sexta-feira, 18 de maio de 2012

Cientistas criam robô controlado pela mente para paraplégicos


Um professor de uma universidade suíça apresentou um robô que pode ser controlado pelas ondas cerebrais de uma pessoa paraplégica usando um boné equipado com eléctrodos.
Fig. -O projeto de Millan em Lausanne, chamado Robotino, permite que ele descanse a mente e desempenhe tarefas secundárias como ler enquanto usa o robô
Um homem paralisado, em tratamento em um hospital na cidade de Sion participou de uma demonstração do equipamento, enviando um comando mental para um computador em seu quarto, que o transmitiu para outro computador, que finalmente moveu um pequeno robô a 60 km de distância, em Lausanne.

Mas a tecnologia temos seus limites, acrescentou o cientista. Os sinais cerebrais podem ficar confusos se muitas pessoas ficarem em volta da cadeira de rodas, por exemplo.
Além de dar mobilidade aos paraplégicos, equipamentos neuroprotéticos poderiam ser usados para ajudar pacientes a recuperar os sentidos, explicaram os cientistas.
A professora Stephanie Lacour e sua equipe desenvolvem uma "pele elétrica" para amputados, que consiste em uma luva equipada com sensores minúsculos que enviariam informação diretamente para o sistema nervoso do usuário.
Os cientistas dizem que esperam criar próteses que sejam tão móveis e sensíveis quanto a mão.
"A meta é que após um ano de treinamento com um ajudante robótico, o paciente consiga caminhar sem o robô. Os eletrodos ficam implantados por toda a vida", disse o professor Gregoire Courtine.
Ele afirmou que está desenvolvendo testes clínicos e que espera conduzi-los no hospital universitário de Zurique no prazo de um ano.
O sistema foi desenvolvido por José Millan, professor da Escola Politécnica Federal de Lausanne, especializada em interfaces não invasivas entre cérebro e máquina. A mesma tecnologia pode ser usada para mover uma cadeira de rodas, afirmou Millan. "Assim que o movimento começa, o cérebro pode relaxar. De outra forma, a pessoa ficaria exausta rapidamente", explicou.

Reflexão: É preciso trabalhar na habilitação dos paraplégicos para  que estes possam voltar a andar com eletrodos implantados na coluna. Para as pessoas que têm facilidade em mobilizarem-se pode parecer pouco mas há quem faça tudo para ver pequenos resultados, ficando assim com grandes esperanças para um futuro um pouco melhor.


RECURSOS ENERGÉTICOS RENOVÁVEIS 

Até meados do século XIX, a sociedade humana utilizava ainda pequenas quantidades de energia nos seus gastos.
A forca muscular dos animais e do próprio Homem, associada ao uso da alavanca, da roda e da roldana, eram suficientes para fazer face às necessidades de então. Posteriormente descobriram-se os combustíveis fósseis. Primeiro o carvão, depois o petróleo e finalmente o gás natural. Estas fontes de energia revolucionaram a sociedade. Foi possível ao Homem empregar e consumir grandes quantidades de energia e esta foi considerada sinónimo de progresso. Só mais tarde, em 1973, os países se aperceberam de que estavam a basear o seu desenvolvimento, essencialmente numa fonte de energia não renovável – o petróleo.
Os recursos energéticos podem também ser classificados em renováveis e não renováveis.
O sol, o vento, as ondas do mar, a água dos rios, as marés, a biomassa e o calor da Terra são fontes de energia renováveis.
Os combustíveis fósseis (petróleo, carvão, gás natural) e a energia nuclear (urânio) são recursos enegéticos não renováveis, isto é, a sua velocidade de formação é inferior à velocidade de consumo.
Se a utilização destes combustíveis continuar a ser feita como até agora, alguns deles estarão esgotados dentro em breve.




RECURSOS ENERGÉTICOS NÃO RENOVÁVEIS 

Os recursos enegético da Terra  não são infinitos e, por outro lado diz-se que não são renováveis: a sua formação, no decorrer de uma história geologica, foi tão lenta que não tem comparação possível com o ritmo em que estão a ser explorados e consumidos. Cerca de 80% da energia consumida em 1985 foi obtida a partir do petróleo, carvão e gás natural.
O aumento da utilização dos recursos enegéticos reflete a evolução técnica (desde a máquina a vapor ao microcircuito), assim como o crescimento da população humana.
O rápido aumento do consumo do petróleo depois da Segunda Guerra Mundial, por exemplo, é indicativo do desenvolvimento da indústria e dos transportes.
O máximo consumo relativo de carvão teve lugar por volta de 1920; o petróleo atingiu o seu consumo máximo relativo no princípio dos anos setenta, com pouco mais de 40%.
Espera-se que o gás natural, menos poluente, aumente a sua contribuição para o consumo total de energia.
Eis alguns recursos energéticos não renováveis e como são utilizados:

·        O carvão foi a energia utilizada na primeira fase da Revolução Industrial mas constitui, ainda hoje, um recurso energético muito importante, nomeadamente na produção de energia eléctrica e aço.
·        O petróleo é um recurso não renovável resultante da transformação da matéria orgânica, constituindo actualmente a fonte de energia mais utilizada e a base da actual sociedade industrial. A sua utilização é fundamental na produção de energia eléctrica, combustíveis para os transportes e máquinas industriais, e ainda como matéria-prima para um conjunto diversificado de produtos (plástico, por exemplo).
Esta fonte de energia substirui históricamente o carvão.
·        O gás natural em conjunto com os dois recursos energéticos atrás referidos constituem, actualmente, as principais fontes de energia doméstica e indústrial.4        A energia nuclear apesar de ter sido recebida com muito entusiasmo, devido ao seu potencial energético e baixo custo, tem sido progressivamente abandonada em consequência impactes e problemas relacionados com os resíduos agravados após o acidente de Chernobyl.



Reflexão: Existem energias que, se não forem conservadas pelo homem extinguem-se. Por isso, devemos tentar preservar com qualidade os recursos existentes.






terça-feira, 15 de maio de 2012

Bússola cerebral orienta pombos durante voo

Fig.- Pombo em Londres
O sistema de posicionamento global (GPS) tão utilizado atualmente para guiar pessoas e máquinas não é uma novidade no mundo animal. Cientistas descobriram que o voo dos pombos é literalmente guiado por neurônios que leem a direção e intensidade do campo magnético da Terra. Em outras palavras: um GPS cerebral interno.

Já suspeitavam que esses neurônios responderiam a estímulos magnéticos baseados em um artigo anterior que fizeram. Ficaram surpresos, no entanto, ao descobrir que essas células cerebrais são ajustadas para "ler" direcção do campo magnético e que consequentemente podiam dar aos pombos direcção e o ângulo deste campo. As células também responderam à intensidade do campo. Esses parâmetros são necessários para fazer os cálculos de posicionamento em uma mapa ‘magnético’ espacial.

Reflexão: Mais uma grande descoberta dos cientistas. Assim, está explicado o motivo de os pombos voarem livremente e, no entanto, encontrarem sempre o destino às suas "casas".



quarta-feira, 9 de maio de 2012

Livro sobre recursos geológicos de Portugal



António José Nogueira Gomes de Moura, docente do Departamento Geociências, Ambiente e Ordenamento do Território da FCUP e José Lopes Velho publicam o livro "Recursos Geológicos de Portugal". O lançamento do livro decorrerá no dia 7 de fevereiro de 2012, às 17h30, no Salão Nobre da Reitoria da Universidade do Porto. A apresentação da obra estará a cargo do Prof. Doutor José Augusto Fernandes, Professor Coordenador do ISEP - Instituto Superior de Engenharia do Porto e do Dr. Rui Rodrigues, Administrador da EDM - Empresa de Desenvolvimento Mineiro.

O livro pretende dar a conhecer os recursos geológicos atuais e os explorados no passado em Portugal, sob os mais variados aspetos, nomeadamente, tipologia, localização, caracterização, génese, produções, reservas, importância económica e aplicações. A obra está estruturada em 57 capítulos repartidos por sete temas: minérios metálicos, minerais industriais, rochas industriais, rochas ornamentais e recursos energéticos. O sexto tema aborda os recursos hidrogeológicos. O último tema é dedicado ao potencial em recursos geológicos existente no país, incluindo hidrocarbonetos e recursos no Oceano.

Reflexão: Um livro bastante interessante para ajudar no estudo e na compreensão do trabalho dado pelo professor Orlando Guimarães.

Fonte: http://mundoda-geologia.blogspot.pt/2012/05/livro-sobre-recursos-geologicos-de.html

sábado, 5 de maio de 2012

Descobertas 24 novas espécies de lagartos nas Caraíbas

Foram descobertas 24 novas espécies de lagartos nas Caraíbas. Há 200 anos que não eram descritas tantas de uma só vez.


As espécies descritas nesta segunda-feira, na revista Zootaxa, pertencem à família Scincidae, uma das que tem mais lagartos, com cerca de 1200 espécies conhecidas. Os lagartos desta família terão chegado há 18 milhões de anos às ilhas das Caraíbas, vindos do continente africano, em cima de bocados de vegetação à deriva no oceano.


Fig - uma das 24 novas especies encontradas nas Caraibas 


As novas espécies foram identificadas através do estudo de espécimes de museus, de análises genéticas e da observação atenta dos próprios animais recolhidos na natureza. Um dos grupos mais pequenos de lagartos desta região do planeta tornou-se um dos maiores

Na verdade, todos os anos cerca de 130 espécies de répteis de todo o mundo são acrescentadas à lista de espécies conhecidas, através de dezenas de artigos científicos. Mas já desde o início do século XIX que não eram descritas mais de 20 espécies de uma só vez. 


Estes répteis do Novo Mundo são únicos entre os lagartos, porque produzem uma placenta semelhante à dos humanos, ou seja, um órgão que liga directamente a cria aos tecidos da progenitora que lhe fornece os nutrientes. Existem outros lagartos que também dão à luz, mas apenas uma pequena fracção dos lagartos da família Scincidae produz uma placenta e tem um período de gestação que pode ir até um ano. Este período gestacional tão longo pode dar uma vantagem competitiva a predadores, uma vez que as fêmeas dos lagartos são, durante esse tempo, mais lentas e mais vulneráveis.


As 24 espécies só agora foram descobertas, porque já quase tinham desaparecido das ilhas no início do século XX. Desde essa altura que as pessoas quase nunca as viam e, por isso, era pouco provável que as estudassem. Metade das novas espécies agora identificadas já estará extinta ou à beira da extinção, alertam os investigadores. Mais do que o abate das florestas, a principal razão parece ser um pequeno carnívoro predador, da família dos sacarrabos, introduzido nas ilhas em 1872, vindo da Índia, para acabar com a praga que eram os ratos nas plantações de cana-de-açúcar.




Reflexão: Esta noticia leva-nos a ter uma noção da grandeza do nosso planeta e, quando achamos que já descobrimos muitas novas espécies há sempre algo que nos surpreende. Os cientistas esperam utilizar estas informações para definir planos de conservação e estudar melhor as capacidades de adaptação dos lagartos da família Scincidae aos diferentes habitats. É INTERESSANTE ESTA NOTICIA, DÊEM UMA VISTA DE OLHOS.


terça-feira, 1 de maio de 2012

Astronauta da NASA teriam avistado OVINs no espaço



O arquivo de áudio de um vídeo disponível no YouTube aponta para a possibilidade de astronautas da nave espacial Atlantis terem avistado três objetos voadores não identificados em 2006. O áudio, inclusive, deixa claro que a equipe avisou a base da NASA em Houston sobre o que estavam presenciando.

“É uma estrutura que definitivamente não é rígida, não se parece com nada que eu já vi do lado de fora do ônibus espacial, isso é certo. Rapidamente ela se locomoveu em direção ao nariz da aeronave, afastando-se pelo menos 100 pés”, destaca um dos oficiais no rádio. O áudio (em inglês) sobre o assunto pode ser conferido a partir de 1 minuto de vídeo.

Após o relato, a base de Houston informa que provavelmente se trata de apenas um reflexo nas lentes, mas os astronautas são categóricos em afirmar que a estrutura que estão vendo é sólida. Isso significa que a equipe esteve diante de naves espaciais alienígenas? Especialistas acreditam que não.

No espaço, todo e qualquer movimento precisa ser monitorado, pois é cada vez maior o risco de que lixo espacial possa colidir com os ônibus enviados da Terra. Por isso, é bem provável que o que foi avistado não passe de sucata tecnológica vagando pela imensidão do espaço

Reflexão: Será verdade? E tu, acreditas?



Fonte: Susana e Cátia com auxilio de http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/21962-astronautas-da-nasa-teriam-avistado-ovnis-no-espaco.htm

Escultura rara com três mil anos para ver em Beja

Fig.- Escultura de Touro

Uma rara escultura em cerâmica representando um touro, com cerca de três mil anos e que foi recuperada numa das intervenções arqueológicas promovidas pela empresa do Alqueva.

A escultura, devido à «sua raridade, particular relevância científica e valor iconográfico», vai estar patente ao público até ao próximo dia 29 de Junho na galeria de exposições da Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva (EDIA), em Beja.

A peça, com 23 centímetros de altura, 17 de largura e 45 de comprimento, representa um touro em posição natural de repouso, deitado sobre o ventre e com a parte traseira ligeiramente recostada sobre a perna esquerda.

A escultura foi recuperada no sítio arqueológico Cinco Reis 8, intervencionado no âmbito da empreitada de construção de uma infra-estrutura da rede primária do subsistema de rega de Alqueva, o troço de ligação Pisão-Beja.

O sítio arqueológico Cinco Reis 8 é uma necrópole da 1.ª Idade do Ferro, constituída por recintos limitados por fossos de planta rectangular, no centro dos quais se situam sepulturas individuais.

A EDIA, desde o início da construção do empreendimento de fins múltiplos de Alqueva, já promoveu cerca de 1.300 intervenções arqueológicas no âmbito da minimização de impactes decorrentes das obras do projecto.

Reflexão: As intervenções arqueológicas têm permitido conhecer em concreto os espaços de ocupação inseridos nas mais diversas cronologias, da pré-história aos tempos modernos, e tipologias, como necrópoles, habitações e povoados. Este conhecimento vem trazer novas luzes sobre o passado e contribuir para uma revisão do actual estado do conhecimento científico. É importante apostar em todas estas pequenas, grandes descobertas

Fonte: Susana Leite e Cátia Teixeira http://sol.sapo.pt/inicio/Vida/Interior.aspx?content_id=48173

quinta-feira, 26 de abril de 2012

A Água no Planeta Terra

O planeta Terra é o único lugar, actualmente conhecido no Universo, em que a água se apresenta em três estados:

  • Gasoso
  • Liquido
  • Sólido


A água encontra-se praticamente em toda a parte e ocupa aproximadamente 70% da Terra. Pode apresentar-se de formas diferentes: salgada ou doce, pura ou mineralizada, à superfície ou subterrânea, em gelo, neve, granizo, nevoeiro, chuva, vapor e ainda como principal constituinte dos seres vivos. A sua distribuição no planeta é variável, uma vez que a água encontra-se em permanente movimento–ciclo natural da água ou ciclo hidrológico.



O Cliclo da Água

A água da superfície do nosso planeta passa para a atmosfera, sob a forma de vapor, por evaporação directa, por transpiração das plantas e dos animais.

O vapor de água é transportado pela circulação atmosférica e condensa-se após percursos muito variáveis que podem ultrapassar.

Formam-se nuvens que, ao passar por camadas de ar mais frias, condensam-se e precipitam-se sob a forma de chuva, neve ou granizo.

A água precipita-se nos oceanos, mares, rios e outros cursos de água e no solo.

Fig.1-Ciclo da água

Reflexão: O nosso planeta está a ficar preocupante a nível hidrologico, sendo assim, nós como Seres Humanos deveremos manter todo o cuidado para preservar a pouca água que temos disponível.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Recursos Hídricos

Os recursos hídricos são as águas superficiais ou subterrâneas disponíveis para qualquer tipo de uso numa determinada região .
Procura este conceito dar relevância à necessidade de integrar a gestão da água em função dos seus diferentes tipos de uso, das diferentes dimensões de conhecimento que estão envolvidas, dos diferentes tipos de instituições. Consiste na valorização da água em função da sua natureza renovável e fluida.
As acções a desenvolver podem ser de diferentes tipos:
  • Preventivas ou correctivas;
  • Pontuais ou distribuídas;
  • Educativas e legislativas.



Disponibilidade dos Recursos Hídricos

  Reflexão: Como não podia falta, aqui está outra matéria abordada na aula de Geologia. É importante todos nós termos uma pequena noção da quantidade de água disponível para consumo no nosso planeta Terra. Temos também que ter em atenção que esta, até ao momento, é a nossa única grande casa e, sendo assim, temos que a conservar ao máximo. 



Fonte: Susana e Cátia com aulixio de http://www.eccn.edu.pt/alunos/henrique_catarina/recursos_hidricos.htm

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Planos de Bacias Hidrográficas

Os Planos de Bacia Hidrográfica definem orientações de valorização, protecção e gestão equilibrada da água, de âmbito territorial, para uma bacia hidrográfica ou agregação de pequenas bacias hidrográficas de acordo com o despacho ministerial de 98.12.31 e com o Decreto-Lei 45/94 de 22 de Fevereiro.



ÍNDICE dos 15 Planos de Bacia Hidrográfica:



Bacias Hidrográficas Nacionais
P.Bacia Hidrográfica do Ave



quarta-feira, 11 de abril de 2012

Alerta de tsunami é suspenso após causar pânico na Indonésia


Epicentro do sismo
O terremoto causou pânico na região indonésia de Aceh, devastada pelo terremoto e tsunami de 2004 que causou a morte de mais de 200 mil pessoas.´

Milhares de pessoas correram para terras mais altas logo após o tremor. Ocorreram reações parecidas em outros locais atingidos no tsunami de 2004, como Tailândia, Sri Lanka e o sul da Índia.
Karishma Vaswani, correspondente da BBC na capital indonésia, Jacarta, disse que o tremor pôde ser sentido por até cinco minutos.

A luz foi cortada na região e se formaram congestionamento nas rotas de acesso aos locais mais altos.

Não há relatos de vítimas ou danos materiais. Um dos motivos de não ter ocorrido o sismo foi o facto de as placas se terem movimentado em sentido horizontal, o que não provocou um grande movimento das água.




Reflexão: Uma situação que podia ter acontecido a qualquer um de nós, nunca é demais lutar pela própria vida. Este alerta foi feito, apesar de não ter acontecido nada, se as placas se tivessem movimentado verticalmente, algo de muito trágico poderia ter acontecido.


Fonte: Susana Leite e Cátia Teixeira com auxilio de http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/04/120411_indonesia_tsunami_rc.shtml

domingo, 8 de abril de 2012

Asteróide de passagem

Asteróide gigante passa perto do Planeta Terra


Um asteróide de 40 metros de diâmetro batizado de 2005 YU 55 passou perto da Terra, a pouco mais de 320 mil quilómetros.
Oportunidade única para os cientistas, o asteróide só foi no entanto visível no Hemisfério Norte.
Além disso, não foi possível observá-lo a olho nú, já que passou rápido demais para ser acompanhado pelo Telescópio Espacial Hubble.
Uma surpresa para os astrónomos, que não esperavam que passasse tão perto do nosso planeta.
Cerca de mil asteróides estão classificados como potencialmente perigosos na sua passagem pela Terra ao longo da história.
Segundo McNaught, a probabilidade de que um meteorito de mais de um quilómetro de diâmetro colida com a Terra é de um em vários milhões de anos, enquanto a possibilidade de despenhar um corpo de menor tamanho mas capaz de põe em perigo uma cidade inteira é de um em várias centenas de anos.

Reflexão: Com a descoberta deste facto, ficámos a perceber que tudo pode acontecer no universo, no espaço que nos rodeia. A qualquer momento, um asteróide pode colidir com a Terra. 

Fonte:  Susana e Cátia com auxilio de http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=11514

quarta-feira, 21 de março de 2012

NASA releva evolução da Lua

Fig - Lua

Ao longo do tempo está a ocorrer uma  evolução da lua ao longo de 4 mil e 500 milhões de anos.  No início, o satélite natural da terra era apenas uma bola de magma que resultou de uma colisão entre a terra e um corpo celeste do tamanho de marte.

A superfície da lua forma-se com o arrefecimento da matéria em fusão. Durante a evolução deste satélite natural há várias colisões e explosões que resultam naquilo que hoje é visível ao olho humano.

sexta-feira, 16 de março de 2012

O destino dos Neandertais

Reflexão:

As condições a que se encontra o Planeta Terra são, ou não, favoráveis à vida. O Ser Humano, pela sobrevivência, vai em busca de o seu alimento. Os Neandertais não fogem à regra da lei da sobrevivência percorrendo o caminho de todos os Seres Humanos, pensando até que se tenham cruzado entre si.

Os cientistas tentavam perceber o porquê de uma das espécies de Seres Humanos Neandertais ter desaparecido e a outra não. Com as pesquisas dos cientistas, eles encontraram bastantes ossos de Neandertais, o que lhes despertou a atenção. António Rosas, um investigador responsável estudou esses ossos e concluiu que tinham marcas de terem sido partidos e fragmentados de uma forma violenta, fazendo o uso de ferramentas líticas, o que lhe levou a concluir que foram feitas por humanos.

Esses ossos tinham condições excelentes para serem fossilizados porque tiveram um enterramento rápido ao abrigo dos agentes atmosféricos e da dispersão causada pela ação de predadores necrófilos (ex. Abutres).

O menino do Lapedo apoia esta teoria uma vez que é uma espécie Neandertal, um menino de quatro anos       leva-nos a supor que o menino do lapedo poderia ter cruzado com uma espécie de Seres Humanos atual.

Menino do Lapedo foi a denominação dada ao fóssil de uma criança encontrado em 1998 no Abrigo do Lagar Velho do Vale do Lapedo, na cidade portuguesa de Leiria. É um menino de quatro anos, de  espécie Neandertal com aproximadamente 24 milhões de anos. O que nos leva a supor que o menino do lapedo poderia ter cruzado com uma espécie de Seres Humanos atual é o fato de, o Neandertais terem dado como extintos à cerca de 30 milhões de anos e o Menino do Lapedo ser mais recente.

domingo, 11 de março de 2012

Reação em cadeia - O mundo sem petroleo

Na aula de Geologia visualizamos um filme realizado pela Nacional Geographic Channel chamado "Reação em cadeia - O mundo sem petroleo".

Fig 1 - capa do filme "Reação em cadeia - O mundo sem petroleo".
Reflexão:

 
O petróleo é um dos combustíveis mais poderosos e versáteis do nosso planeta e o homem está dependente deste combustível à cerca de 150 anos. Uma das provas deste facto, é que já consumimos tanto como  ainda temos para gastar. Desde que tivemos contacto com esta riqueza, já consumimos um trilião de barris de petroleo.


O consumo excessivo de petróleo levou à sua escassez e por conseguinte as consequências serão bem visíveis, como: a falta de alimentos, as mortes por falta de meios nos hospitais e nos transportes.
Uma das soluções que a população teve foi passar para um meio rural, onde cultivavam os próprios alimentos, uma alternativa à sobrevivência que resultou em pleno.


A energia passou a ser fornecida apartir de plantas energéticas como a combustão de carvão.


Sem acesso fácil a novas fontes de petróleo, as pessoas serão obrigadas a repensar, reutilizar e reconstruir aquilo que têm.


Se o petróleo acabasse de vez no nosso planeta, milhares de milhões de toneladas quadradas de elementos poluentes tóxicos seriam libertados da atmosfera sobre os Estados Unidos ao fim de um ano.


As algas podem ser processadas e transformadas em combustível, produzindo sete mil vezes mais energia por quilómetro quadrado que outro bio-combustível. Este combustível é altamente renovável e quase não precisa de fertilizante.
Foi bastante interessante ver o desenrolar dos gastos do petróleo, bem como todos os possíveis recursos que temos para substituir esta riqueza natural.

Fonte:Susana e Cátia

sexta-feira, 9 de março de 2012

"A Árvore Genealógica da Humanidade"

Fig- documentário "A Árvore Genealógica da Humanidade"
Um filme que nos foi proposto ver na aula de Geologia e que nos fez perceber a longa viagem que a raça humana traçou para assim conseguir chegar ao estado em que hoje se encontra.

Reflexão:
Os cientistas da National Geographic traçam a viagem humana através do tempo, desde as origens no coração de África até aos confins do mundo. Ciência de vanguarda em conjunto com um elenco de Nova-Iorquinos, cada um com uma história genética única, ajudam a pintar o retrato destas espantosas viagens. A Árvore Geneológica Da Humanidade permite identificarmos os mais variados ramos familiares e as nossas origens de – quem somos e de onde viemos e força-nos a mudar a forma como pensamos não só acerca da nossa relação com os nossos vizinhos, como acerca de nós mesmos. Um do exemplo muito caricato do filme , foi um Muçulmano que, após fazer o teste proposto, descobriu que era descendente Judaico. Tanto este Muçulmano como
muitos moradores do Queens se surpreendem ao saber que sua etnia aparente não reflete necessariamente suas raízes ancestrais e que quando seus antepassados povoaram o mundo, eles se adptaram a climas diferentes e mutáveis, o que resultou em variações físicas que progrediram de forma contínua conforme iam migrando pelo mundo. Assim, podemos prever o ser humano tem um desenvolvimento fantástico e que, no fundo, surgimos todos da mesma pessoa (os homens do Adão da Ciência e as mulheres da Eva da Ciência). Abre-se, assim, um livro de história genética que demonstra que todos os seres humanos descendem de um mesmo grupo de antepassados africanos que, a partir de 60 mil anos atrás, foi tomando diversos rumos – possivelmente por conta de mudanças climáticas e em busca de alimento.
O documentário tem como objetivo registrar novos dados sobre a história migratória da raça humana e responder a perguntas antigas sobre a diversidade genética da humanidade.

Deixou-nos uma bela mensagem: apesar de aparentemente sermos todos diferentes, a raça humana é tudo “farinha do mesmo saco”.

Fonte: Susana e Cátia

quinta-feira, 8 de março de 2012

Atmosfera de uma super-Terra é analisada pela primeira vez


Fig - A atmosfera do exoplaneta é composta essencialmente por água,
 ou sob a forma de vapor ou na forma de nuvens espessas ou névoas,
um verdadeiro "exoplaneta água".
O telescópio espacial Hubble descobriu uma nova classe de planetas extrassolares.

A atmosfera de um exoplaneta do tipo super-Terra foi analisada pela primeira vez por uma equipa internacional de astrônomos utilizando o Very Large Telescope do Observatório Europeu do Sul (ESO).

O planeta, conhecido como GJ 1214b, foi estudado conforme ele transitava à frente da sua estrela hospedeira - em relação à Terra - e uma parte da radiação estelar atravessava a atmosfera do planeta.

A atmosfera do exoplaneta é composta essencialmente por água, ou sob a forma de vapor ou na forma de nuvens espessas ou névoas.

O planeta GJ 1214b foi descoberto em 2009 com o instrumento HARPS, montado no telescópio de 3,6 metros do ESO, e quem tem estado envolvido em várias descobertas recentes da astronomia.

Os resultados iniciais sugeriam que este planeta possuísse uma atmosfera, o que agora foi confirmado e estudado em detalhe por uma equipe internacional de astrônomos, liderada por Jacob Bean, do Centro Harvard-Smithsonian para Astrofísica.
"Esta é a primeira super-Terra que teve sua atmosfera analisada, um marco verdadeiramente notável na caracterização destes mundos," diz Bean.

O GJ 1214b tem um raio cerca de 2,6 vezes maior do que o da Terra e possui cerca de 6,5 vezes mais massa, o que o coloca claramente na classe dos exoplanetas conhecidos como super-Terras.

A sua estrela hospedeira encontra-se a cerca de 40 anos-luz de distância da Terra na constelação de Ofiúco (ou Serpentário). É uma estrela de baixa luminosidade - se a GJ 1214, a estrela, fosse observada à mesma distância de nós que o nosso Sol, ela seria 300 vezes menos brilhante.

A estrela é também pequena, o que quer dizer que o tamanho do planeta é grande quando comparado com o disco estelar, tornando-o relativamente fácil de estudar.
O planeta passa em frente do disco da estrela a cada 38 horas, à medida que a orbita a uma distância de apenas dois milhões de quilômetros: cerca de setenta vezes mais perto do que a órbita da Terra em torno do Sol.

Reflexão: Este é um grande passo rumo à caracterização da atmosfera de um mundo tão distante e podemos também verificar o quanto nos é útil os telescópios e satélites espaciais para descoberta de mistérios que hoje em dia ainda existem na nossa galáxia.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Redemoinho oceânico gigante


Fig - Redemoinhos Agulhas



Qualquer coisa que lembre um desastre natural parece ser péssimo e só trazer danos, mas nem sempre esse é o caso.

Os oceanos da Terra têm tempestades e climas que rivalizam em tamanho e escala com os ciclones tropicais. Mas, em vez de destruição, essas tempestades, mais conhecidas como redemoinhos, são mais propensas a dar vida ao mar, muitas vezes em lugares que seriam de outra forma estéreis.

A imagem acima foi tirada pelo Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer (MODIS), um satélite terrestre da NASA.

A foto em cor natural mostra um redemoinho ocorrido em 26 de dezembro de 2011, com 150 quilômetros de largura e uma explosão de fitoplâncton (traçada em azul claro), a aproximadamente 800 quilômetros ao sul da África do Sul.
O redemoinho em sentido anti-horário provavelmente começou na Corrente das Agulhas, uma corrente marítima que corre ao longo da costa do sudeste da África e em torno da ponta da África do Sul.

Redemoinhos Agulhas tendem a estar entre os maiores do mundo, transportando água quente e salgada do Oceano Índico para o Atlântico sul.
Alguns redemoinhos, como este, agitam o oceano o suficiente para levantar nutrientes do fundo, fertilizando as águas mais superficiais e provocando florações de minúsculos organismos vegetais.


Reflexão: Aqui está apresentada uma vantagem de castastrofes naturais, que geralmente são vistas como ameaçadoras para a humanidade. Os ciclones são benéficos para, assim, dar vida ao mar.

Fonte: Susana e Cátia com auxilio do saite http://hypescience.com/foto-redemoinho-oceanico-gigante/